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POLIEMPREENDE
INVESTIGAÇÃO I&D
O QUE É O POLIEMPREENDE?

O Poliempreende é a maior rede no panorama do empreendedorismo a nível nacional no ensino superior politécnico. Surgiu em 2003, como iniciativa do IP de Castelo Branco, alargando-se em 2006 a outras instituições do ensino superior politécnico. Atualmente, é promovida por catorze institutos politécnicos (IP de Beja, IP de Bragança, IP de Castelo Branco, IP do Cávado e do Ave, IP de Coimbra, IP da Guarda, IP de Leiria, IP de Lisboa, IP de Portalegre, IP de Santarém, IP de Setúbal, IP de Tomar, IP de Viana do Castelo, IP de Viseu), por três escolas superiores politécnicas não integradas (Enfermagem de Coimbra, Hotelaria e Turismo do Estoril e Náutica Infante D. Henrique) e pelas escolas politécnicas das universidades de Aveiro, do Algarve e da Madeira.

A rede foi concebida com o objetivo de promover a cultura empreendedora, motivando o desenvolvimento da criatividade e de ideias inovadoras, valorizando o conhecimento gerado junto de todos os que participantes e proporcionando saídas profissionais através da criação do próprio emprego.

Com regulamento próprio, recorre a uma metodologia base dividida em fases, das quais, duas primordiais, consistem num concurso regional e outro concurso nacional. Em qualquer das fases há lugar à realização de Oficinas de Empreendedorismo com vista a facultar, aos potenciais empreendedores, competências essenciais ao desenvolvimento do seu projeto, com regulamento próprio.

A primeira fase, promovida através de ações de competência de cada instituição de ensino, tem como objetivo promover ações de sensibilização para o empreendedorismo e oficinas de capacitação para a elaboração do plano de negócio, culmina na realização do concurso regional que se destina a escolher o melhor projeto. Para isso, tal como instruído no regulamento, é constituído um júri regional que procede à seleção e seriação dos projetos candidatos, com base em critérios de avaliação e fatores de ponderação definidos a nível nacional. Aos projetos posicionados nos três primeiros lugares, são atribuídos prémios de montantes e nos moldes, igualmente, definidos a nível nacional.

O projeto selecionado em primeiro lugar, em cada um dos institutos politécnicos participantes no concurso, é, automaticamente, admitido ao concurso nacional, no qual representará o instituto. Neste, um júri nacional, procede à seleção e seriação dos projetos candidatos, utilizando os mesmos critérios de avaliação e fatores de ponderação, anteriormente referidos. A coordenação do concurso nacional é rotativa, e no ano de 2022 no qual ocorre a 18ª edição do projeto, é coordenada pelo Instituto Politécnico de Beja.

Ao longo das várias edições, o projeto tem permitido uma troca de experiências enriquecedoras, promovendo sinergias e o espírito de equipa e proatividade.

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